Olá pessoal, graça e paz! Este blog foi feito para serem publicados estudos bíblicos dos quais mais gosto. Espero que vocês possam ser abençoados, assim como também sou!!!

domingo, 24 de outubro de 2010

Palavras que constroem ou destroem


Palavras que constroem ou destroem...


Um jovem casal, cheio de sonhos para uma vida a dois, vivia sua primeira noite de lua-de-mel. Em um dado momento a moça, brincando, disse algo restritivo a respeito da masculinidade do seu esposo. Suas palavras provocaram impacto tão negativo que, a partir daquele momento, toda a atração que ele lhe tinha, inclusive a física, foi bloqueada, dando lugar a uma terrível aversão. O casamento desabou no primeiro dia.
Por um bom tempo foi necessário acompanhamento pastoral, para se reacenderem os sentimentos bloqueados e entorpecidos e o casal superar as consequencias daquela pequena palavra de maldição.
"Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva" (Tg 3.6).
As palavras têm o poder de encorajar ou abater as pessoas. Elas despertam alegria ou levam à angústia. Por causa de palavras não medidas, duras e desprovidas de misericórdia, lares são destruidos, filhos abandonam os pais, travam-se grandes conflitos entre colegas de trabalho, amizades são rompidas, porque"...a palavra dura suscita a ira" (Pv 15.1). Palavras impiedosas sempre causam algum tipo de destruição.
Palavras podem edificar ou derrubar. Nada tem maior poder de influenciar. São responsáveis pelas guerras, separação de casais, mortes, inimizades...uma série de situações que poderiam ser evitadas se houvesse maior cuidado com o que se fala.
"Digo-vos que toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no dia do juízo; porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado". (Mt 12.36,37.).
Vamos prestar contas de tudo que falamos. Não podemos viver a praguejar. Passemos a declarar o que é bom. Nossas palavras podem alimentar ou anular a ação de satanás. Devemos pedir como Davi pediu a Deus "Põe, guarda, senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios". (Sl 141.3). Ele não queria que suas palavras fossem instrumentos de desgraça. Preferia ficar calado a ofender alguém, pois sabia que as palavras tanto podem aproximas as pessoas, como afastá-las umas das outras.
Uma senhora, esposa de médico, já no 8 mês de gravidez, certo dia aproximou-se de seu marido, e num gesto de carinho, recostou-se em seu ombro. Assentado na poltrona, ele lia o jornal. Ao sentir o contato da esposa sua reação foi brusca; ela ouviu, então, algo totalmente inesperado: -Meu bem, não encoste em mim, por favor. O dia todo lido com grávidas e quando chego em casa ainda tenho que tolerar você? Estou com nojo de mulher grávida. Não fique perto de mim. Atônita ela se afastou. Segundo ela, nunca mais esqueceu essas palavras. Ferida e magoada, ela perdeu o interesse na sustentação do casamento e de seu lar. Viveram junto mais algum tempo, tiveram outro filho, porém para ela o prazer sexual também havia cessado. Infelizmente, hoje estão separados.
Todo cuidado com as palavras ainda é pouco, pois, uma vez proferidas, jamais podem ser recolhidas. A língua desenfreadas pode caudar danos irreparáveis.
Aqueles que desconhecem o poder das palavras vivem amadiçoando tudo, salário, emprego, família, o país e depois não sabem por que vão de mal a pior.
A palavra de Deus diz: " As más conversaçõses, corrompem os bons costumes". (1 Co 15.33). Somos também ensinados a "...evitar conversas vãs e profanas, pois os que delas usam passarão a impiedade ainda maior" (2 Tm 2.16). E conversação torpe não convém aos santos (Ef 4.29; 5.4).
Meçamos bem nossas palavras! A começar por mim...
Texto, extraído do 1 capítulo do livro Benção e Maldição, do Pr Jorge Linhares.
Que Deus nos abençõe!


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